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Elenara de Souza Cavalheiro, 27 anos,Assistente Administratival. "Não me prendo a nada que me defina. Sou companhia, mas posso ser solidão, tranqüilidade e inconstância, pedra e coração. sou abraços, sorrisos, ânimo, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono. Música alta e silêncio. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Não me limito, não sou cruel comigo! Serei sempre apego pelo que vale a pena e desapego pelo que não quer valer… Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato. Ou toca, ou não toca."

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Serás mãe por toda a vida, mas ele será criança só uma vez!

Para refletirmos: 

Respira. Serás mãe por toda a vida.
Ensine as coisas importantes. As de verdade. 
A pular poças de água, a observar os bichinhos, a dar beijos de borboleta e abraços bem fortes. 
Não se esqueça desses abraços e não os negue nunca. Pode ser que daqui a alguns anos, os abraços que você sinta falta, sejam aqueles que você não deu. 
Diga ao seu filho o quanto você o ama, sempre que pensar nisso.
Deixe ele imaginar. Imagine com ele. 
As paredes podem ser pintadas de novo, as coisas quebram e são substituídas. 
Os gritos da mãe doem pra sempre. 
Você pode lavar os pratos mais tarde. Enquanto você limpa, ele cresce.
Ele não precisa de tantos brinquedos. Trabalhe menos e ame mais. 
E, acima de tudo, respire. Serás mãe por toda a vida. Ele será criança só uma vez" 

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Serás mãe por toda a vida, mas ele será criança só uma vez!

Para refletirmos: 

Respira. Serás mãe por toda a vida.
Ensine as coisas importantes. As de verdade. 
A pular poças de água, a observar os bichinhos, a dar beijos de borboleta e abraços bem fortes. 
Não se esqueça desses abraços e não os negue nunca. Pode ser que daqui a alguns anos, os abraços que você sinta falta, sejam aqueles que você não deu. 
Diga ao seu filho o quanto você o ama, sempre que pensar nisso.
Deixe ele imaginar. Imagine com ele. 
As paredes podem ser pintadas de novo, as coisas quebram e são substituídas. 
Os gritos da mãe doem pra sempre. 
Você pode lavar os pratos mais tarde. Enquanto você limpa, ele cresce.
Ele não precisa de tantos brinquedos. Trabalhe menos e ame mais. 
E, acima de tudo, respire. Serás mãe por toda a vida. Ele será criança só uma vez" 

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Banda Larga e Mente estreita

Toda banda larga é inútil, se a mente for estreita.
Eis a ideia veiculada numa determinada campanha publicitária nacional, que toca numa temática bastante interessante.
Nos tempos de desenvolvimento tecnológico incessante e revolucionário; nos tempos da velocidade da informação, e da conectividade em tempo real com o mundo todo, é necessário pensar.
Pensar se tudo isso, realmente, está sendo utilizado em favor do desenvolvimento humano, ou é apenas mais uma distração criada pela alma imatura do homem terreno.
Sim, pois, se pouco ou nada nos acrescenta como Espíritos, no que diz respeito ao nosso progresso moral, ao nosso melhor comportamento, de que nos adianta?
De que nos adianta ter a facilidade no acesso à informação, se não sabemos o que fazer com ela?
De que adianta ficar sabendo de tantas e tantas coisas, se não sabemos selecionar o que eu quero e o que eu não quero para mim?
Toda banda larga é inútil, se a mente for estreita.
A mente estreita é esta que se perde em meio a tantas possibilidades, sem saber para onde ir.
Naufragam ao invés de navegarem na Web.
Gastam seu tempo querendo saber da vida dos outros, do que aconteceu aqui ou ali, inaugurando apenas uma nova forma de voyeurismo e fofoca - apenas isso.
A mente estreita lê, mas não pensa sobre o que leu, não emite opinião, apenas aceita...
A mente estreita prefere o contato virtual, dos perfis raramente sinceros, do que a conversa olho no olho, sem barreiras, sem máscaras.
A tecnologia está à nossa disposição para nos ajudar. É o conhecimento intelectual engendrando o progresso moral, propiciando o adiantamento do ser humano, e não sua destruição.
A chamada informação nunca foi tão fácil e farta, é certo, mas será ela, por si só, suficiente?
O que mudou em nós, seres humanos, as agilidades tecnológicas da nova era? Tornamo-nos melhores? Mais caridosos? Mais dispostos a nos vermos todos na Terra como irmãos?
Talvez para alguns sim, os de mente larga e coração amplo.
Tantas comunidades do bem na rede, tantas propostas nobres ligando pessoas em todo o mundo!
Inúmeras mensagens de consolo, de esclarecimento, diariamente cruzam os ares virtuais da internet, e levam carinho e alegria a muitos lares infelizes.
São muitos os exemplos de como os avanços intelectuais podem ser bem utilizados em favor do desenvolvimento humano.
Sejamos nós estes de mente larga, que querem e trabalham pelo bem comum, das mais diferentes formas possíveis, e que se utilizam de mais este instrumento, para viver o amor.
*   *   *
O Universo é a condensação do amor de Deus, e somente através do amor poderá ser sentido, enquanto pela inteligência será compreendido.
Conhecimento e sentimento unindo-se, harmonizam-se na sabedoria que é a conquista superior que o ser humano deverá alcançar.
Busquemos a plenitude intelecto-moral, conforme tão bem acentua o nobre Codificador do Espiritismo, Allan Kardec.

Redação do Momento Espírita com citações do cap. Desenvolvimento
 científico, do livro Dias gloriosos, do Espírito Joanna de Ângelis,
psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Disponível no livro Momento Espírita, v. 8, ed. Fep.
Em 28.12.2009.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

A Roupa faz a Diferença?!?!!

Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora
elegante chega e de forma ríspida, pergunta:
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranqüilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil?
E ela, ríspida, retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico?
Mantendo-se calmo, ele contestou:
- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la?!
- Como?! O senhor?! Com essa roupa?!…
- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um
médico e não uma vestimenta…
- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que… Vestido assim, o senhor nem
parece um médico…
- Veja bem as coisas como são… – disse o médico – … as vestes parece
não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos  e depois daria um simpaticíssimo “boa tarde!”; como se vê, as roupas nem sempre dizem muito…


Um dos mais belos trajes da alma é a educação; sabemos que a roupa faz a
diferença, mas o que não podemos negar é que:

falta de educação,arrogância, falta de humildade, pessoas que se julgam donas do mundo eda verdade, grosseria e outras “qualidades” derrubam qualquer vestimenta. Basta às vezes, apenas 5 minutos de conversa para que o ouro da vestimenta se transforme em barro.

Educação é tudo! Sorria Sempre…
A vida é feita de: agir, reagir, corrigir… mas o melhor mesmo é “sorrir”.

Sorria sempre! A vida é bela!
“Desta vida nada se leva… Só se deixa!!!
Então, te deixo o meu melhor:
Meu melhor sorriso, Meu maior abraço,
Minha melhor história, Minha melhor intenção,Toda minha compreensão e do meu amor, a maior porção.
Só quero ficar na memória de alguém
como outro alguém que era do bem!”

‘Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível e de repente
você estará fazendo o impossível’
(São Francisco de Assis)
“Afaste-se do mal, pratique o que é bom, busque a paz e empenhe-se por
alcançá-la”.
(I Pedro 3.11)

“O Destino escolhe quem cruza nossas vidas, as atitudes nos mostram
quem fica”

segunda-feira, 26 de março de 2012

O Cachorro e o Tigre

Um cachorrinho, perdido na selva, vê um tigre correndo em sua direção.
Pensa rápido, vê uns ossos no chão e se põe a mordê-los.
Então, quando o tigre está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz:
- Ah, que delícia este tigre que acabei de comer!
O tigre pára bruscamente e sai apavorado correndo do cachorrinho, e no caminho vai pensando:
"Que cachorro bravo! Por pouco não come a mim também!"
Um macaco, que havia visto a cena, sai correndo atrás do tigre e conta como ele havia sido enganado.
O tigre, furioso, diz:
- Cachorro maldito! Vai me pagar!
O cachorrinho vê que o tigre vem atrás dele de novo e desta vez traz o macaco montado em suas costas.
"Ah, macaco traidor! O que faço agora?" - pensou o cachorrinho.
Em vez de sair correndo, ele ficou de costas, como se não estivesse vendo nada...
Quando o tigre está a ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz:
- Macaco preguiçoso!!!!! Faz meia hora que eu o mandei me trazer um outro
tigre e ele ainda não voltou!
Com criatividade até os problemas que parecem não ter solução podem ser resolvidos.

AS PERDAS DO SER HUMANO

Há horas em nossa vida que somos tomados por uma enorme sensação de inutilidade, de vazio. Questionamos o porquê de nossa existência e nada parece fazer sentido. Concentramos nossa atenção no lado mais cruel da vida, aquele que é implacável e a todos afeta indistintamente: As perdas do ser humano.
Ao nascer, perdemos o aconchego, a segurança e a proteção do útero. Estamos, a partir de então, por nossa conta. Sozinhos. Começamos a vida em perda e nela continuamos.
Paradoxalmente, no momento em que perdemos algo, outras possibilidades nos surgem. Ao perdermos o aconchego do útero, ganhamos os braços do mundo. Ele nos acolhe: nos encanta e nos assusta, nos eleva e nos destrói. E continuamos a perder e seguimos a ganhar.
Perdemos primeiro a inocência da infância. A confiança absoluta na mão que segura nossa mão, a coragem de andar na bicicleta sem rodinhas porque alguém ao nosso lado nos assegura que não nos deixará cair… E ao perdê-la, adquirimos a capacidade de questionar. Por quê? Perguntamos a todos e de tudo. Abrimos portas para um novo mundo e fechamos janelas, irremediavelmente deixadas para trás.
Estamos crescendo. Nascer, crescer, adolescer, amadurecer, envelhecer, morrer.
Vamos perdendo aos poucos alguns direitos e conquistando outros. Perdemos o direito de poder chorar bem alto, aos gritos mesmo, quando algo nos é tomado contra a vontade. Perdemos o direito de dizer absolutamente tudo que nos passa pela cabeça sem medo de causar melindres. Assim, se nossa tia às vezes nos parece gorda tememos dizer-lhe isso.
Receamos dar risadas escandalosamente da bermuda ridícula do vizinho ou puxar as pelanquinhas do braço da vó com a maior naturalidade do mundo e ainda falar bem alto sobre o assunto. Estamos crescidos e nos ensinam que não devemos ser tão sinceros. E aprendemos. E vamos adolescendo, ganhamos peso, ganhamos, seios, ganhamos pelos, ganhamos altura, ganhamos o mundo.
Neste ponto, vivemos em grande conflito. O mundo todo nos parece inadequado aos nossos sonhos ah! os sonhos!!! Ganhamos muitos sonhos. Sonhamos dormindo, sonhamos acordados, sonhamos o tempo todo.
Aí, de repente, caímos na real! Estamos amadurecendo, todos nos admiram. Tornamo-nos equilibrados, contidos, ponderados. Perdemos a espontaneidade. Passamos a utilizar o raciocínio, a razão acima de tudo. Mas não é justamente essa a condição que nos coloca acima (?) dos outros animais? A racionalidade, a capacidade de organizar nossas ações de modo lógico e racionalmente planejado?
E continuamos amadurecendo, ganhamos um carro novo, um companheiro, ganhamos um diploma. E desgraçadamente perdemos o direito de gargalhar, de andar descalço, tomar banho de chuva, lamber os dedos e soltar pum sem querer.
Mas perdemos peso!!! Já não pulamos mais no pescoço de quem amamos e tascamos-lhe aquele beijo estalado, mas apertamos as mãos de todos, ganhamos novos amigos, ganhamos um bom salário, ganhamos reconhecimento, honrarias, títulos honorários e a chave da cidade. E assim, vamos ganhando tempo, enquanto envelhecemos.
De repente percebemos que ganhamos algumas rugas, algumas dores nas costas (ou nas pernas), ganhamos celulite, estrias, ganhamos peso. e perdemos cabelos. Nos damos conta que perdemos também o brilho no olhar, esquecemos os nossos sonhos, deixamos de sorrir. perdemos a esperança. Estamos envelhecendo.
Não podemos deixar pra fazer algo quando estivermos morrendo. Afinal, quem nos garante que haverá mesmo um renascer, exceto aquele que se faz em vida, pelo perdão a si próprio, pelo compreender que as perdas fazem parte, mas que apesar delas, o sol continua brilhando e felizmente chove de vez em quando, que a primavera sempre chega após o inverno, que necessita do outono que o antecede.
Que a gente cresça e não envelheça simplesmente. Que tenhamos dores nas costas e alguém que as massageie. Que tenhamos rugas e boas lembranças. Que tenhamos juízo mas mantenhamos o bom humor e um pouco de ousadia. Que sejamos racionais, mas lutemos por nossos sonhos. E, principalmente, que não digamos apenas eu te amo, mas ajamos de modo que aqueles a quem amamos, sintam-se amados mais do que saibam-se amados.
Afinal, o que é o tempo? Não é nada em relação a nossa grande missão. E que missão! Fique em Paz!

quinta-feira, 22 de março de 2012

Cave Um Metro a Mais


Essa história que vou lhe contar hoje é bastante animadora para várias áreas da nossa vida. Era uma vez um homem chamado David, muito trabalhador, e que tinha conseguido grandes resultados na vida,  tornando-se um exemplo de profissional e de líder, dirigindo milhares de pessoas em sua empresa. 
Atrás da sua mesa de trabalho, pendurado na parede, sempre ficou um grande quadro emoldurado de forma artística com entalhes dourados. O dito quadro trazia apenas a frase “cave mais um metro”. 
Todos os que iam até o seu escritório normalmente ficavam bastante intrigados com aquilo e lhe questionavam qual a história daquela frase emoldurada em seu escritório. Ele então narrava a sua própria história.

Há muito tempo, quando ainda era um humilde proprietário de uma pequena fazenda, alimentava um grande sonho: achar ouro em suas terras. Havia escavado uma grande mina com empregados e familiares, contudo, mesmo dedicando muito tempo e energia na mineração por vários anos, nunca tinham conseguido achar uma única pepita de ouro.

Já cansado e muito frustrado, David dispensou os trabalhadores e fechou a mina. Desistiu da mineração e começou a desenvolver uma outra área profissional.
Seu passo seguinte foi colocar suas terras e a mina à venda por um preço bem baixo, e logo apareceu um interessado com quem fechou negócio.

Semanas mais tarde, passando por uma banca de revistas, viu estampada na primeira página do jornal uma manchete com a frase: “Encontrada a maior pepita de ouro do Colorado”. Abaixo dela estava a foto de um homem com uma grande pedra nas mãos e ao fundo a mina de onde havia extraído aquela espantosa pepita. David reconheceu imediatamente que aquele rosto sorridente da foto era o comprador da sua mina. Abaixo, na entrevista, ele dizia: “se o antigo proprietário tivesse cavado apenas um metro a mais, ele mesmo é quem teria encontrado essa jazida de ouro”.

David ficou com aquela frase pulsando na mente enquanto seu corpo parecia congelado. Disse a si mesmo que era um azarado, um estúpido. Teve ímpetos de gritar de raiva.
“Se eu tivesse cavado um metro a mais, apenas mais um metro, estaria milionário hoje!

Mas de repente começou a ver de forma nova aquela realidade. Pensou: “- Já que não se pode mudar o passado, devo aprender algo com ele e seguir adiante. O que aprendo com esse acontecimento?”.
E então percebeu que o ensinamento era: cavar mais um metro. Apenas isso.
E a partir daquele dia David resolveu que cavaria um metro a mais em todas as situações. Se tivesse que estudar, estudaria um pouco mais do que o esperado. Se tivesse que se dedicar a algo, se dedicaria um pouco mais do que o planejado.

E foi assim que novas minas de ouro começaram a aparecer em sua vida em contextos diferentes e ele tornou-se um empresário muito bem sucedido, além de um cidadão exemplar e pai de família muito respeitado e amado.